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Por Jessé Cardoso
A dimensão da Oralidade é contestada via Formalismo Russo seu signatário maior Bakhtin conforme o livro escrito por Irene Machado em seu “Analogia do Dissimilar”, mas bem válido em História, segundo Carlo Ginzburg em seu “Queijo e os Vermes”, supervalorizado na Micro-História.
Oral é um rio de Ilusões refletidas segundo Volochinov e Bakhtin, mas para a Literatura conforme Oskar Walzel outro formalista mais esclarecido dentro desse mesmo Formalismo e Crítica Sociológica, nominalmente é esplêndida.
Realmente, Oskar Walzel expõe uma mentalidade para as Narrativas Orais e Funcionais em Geral, em Língua Portuguesa se tem o “Dicionário da Teoria da Narrativa” de Carlos Reis e Ana Lopes, requer um determinado Olhar Claro sobre a Oralidade.
Assim, Tinianov tem outro ponto de vista acerca das Narrativas Orais, e Bakhtin saboreou esse outro ponto de vista, Mell Flores expande essa mentalidade como psicóloga, pensar em Bakhtin nominalmente ampliando esse pensamento mil vezes quando analisa Rabelais, usando as Tradições da Idade Média para compreender o seu Poeta.
Legalmente, o russo tinha leituras particulares pontualmente por causa da “Análise do Conto Maravilhoso” de Vladimir Propp e por causa das “Institutas” de João Calvino para complicar o contexto da Construção Oral, mas claramente com CPLP, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Ironias de Dom Quixote ao lado, que evento nominal é questionável por várias posições e posicionamentos inovadores para que seu Miguel de Cervantes inove como construir seu romance como paródia dos Contos de Cavalaria, referido no filme “O Poço 1 e 2” foi uma referência muito bem usada e salientada.
Diante, das inovações promovidas em torno das Narrativas Orais, ao redor de Fogueiras, Bakhtin e Anti Arne fazem muitos compêndios para entender isso de forma legal e constante procura dinamizar o Texto com Oralidade.
Agora, Irene Machado em seu “Analogia do Dissimilar” espalha Visões e mais leituras expandidas usando o Cinema como foco de sua análise, usando o Cineasta Einstein e Andrei Tarkosvky para fundamentar sua ampla análise pela Visão do Formalismo Russo.
Durante jogo de análises sobre o Cinema, lembro de Ismail Xavier em seus expansivos Pensamentos sobre O Cinema, e Jean Claude Bernardet em seu “Cinema e História do Brasil” promovem um novo tipo de leitura.
E, Andrei Tarkosvky oferece novos insights para Novas Linhas de Literatura em AutoFicção, Karl Ove Knausgard em sua “Minha Luta” procura dar valor a situações domésticas do seu Cotidiano, e no sexto volume expressa uma leitura Revisionista sobre Hitler, para um Literato dar corda a um assunto antigo, depende muito do seu olhar em jogo.
Em sua Linha de Pensamento Revisionista representa um Risco para leitura de um Fato Histórico, podendo fazer uma análise psicológica do Hitler dizendo que sofria de Depressão, nesse caso chamaria Matheus para sua Análise de Historiador e Mell Flores para a Psicologia.
Assim, usaria Hitler para chamar atenção e conversar com a Classe em específico e falando sobre os Limites do Não na vida depois da Escola Regular, e Van Gogh para dizer a questão do Sim em algumas partes da Vida.
Escrever é decifrar os Códigos da Existência, demanda um esforço muito grande para entender a Dinâmica da Existência, nesse caso recomendo lembrar do Grande Finéias que fez um trabalho formidável não merece ser esquecido, ancestral do Profeta Jeremias.
Sintonizar dados relevantes associar numa Gigantesca Montanha Russa de Informações como Mell Flores diz e repete, Zadoque o valente Príncipe da Casa de Aarão, ancestral do Profeta Ezequiel, que ajuntou com a Casa Real de Davi.
Cabalmente, é melhor ficar com cavalos Shakespeare, antes de ser o Gênio do Teatro Elisabetano, Van Gogh leu todas suas peças teatrais numa dimensão em que envolvia sua vontade de Criação Artística, e Bonhoeffer leu seus belos Sonetos.
Raramente, Van Gogh contou em sua especial biografia em “Poder da Arte” de Simon Schama procurou demonstrar que a peça teatral “a Tempestade” inspirou ele para fazer a pintura “Trigais” e o “Semeador” pode parecer algo simples.
Ironias á Miguel de Cervantes merecem uma pausa consonantal para em ricos detalhes frisados e especificados para os pontos de uma linha de pensamento, T.S. Elliot defendia mais além que o Miguel de Cervantes para escrever uma Obra tão especial como Dom Quixote, deveria ter muito Talento e Vocação.
Talvez, Quichotte de Salman Rushdie tenha uma outra Visão para conferir ao Indígena Quichotte para construir uma outra Narrativa cheia de Realismo Mágico e Maravilhoso, tudo isso é questionável, Salman Rushdie quis dar luz a um problema interno americano.
Agora, compete Salman Rushdie completar sua trama e afinar seu Arco Narrativo, e ao mesmo tempo distópico palmilhado para vencer dentro, e a outro tempo questionar o peso do Colonialismo Econômico Americano, Chinês e Árabe.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.