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A Planta

Por Jessé Cardoso

As pessoas são como plantas que precisam serem adubadas e regadas com muito carinho e atenção, mas cuidado é muito perigoso e escorregadio, sempre redobre atenção nesse momento, pois podem ser feridas ao longo do caminho.

Portanto, as pedradas podem nos revelar nossa maneira de pensar e analisar as seguintes situações: O pai e os filhos, o pai e a filha única, Mulher e Marido, Docente e os alunos, Diretor e os Docentes, todos gastam senhas para revelar quem são de fato.

Legalmente, se constrói alguns eixos nesse tipo de uma delicada Relação ou um Jogo de Gato e Rato semelhante o velho Desenho Animado “Tom e Jerry”, ou segue um livro teórico “Seis Passeios Pelo Bosque da Ficção” de Umberto Eco.

As Pedradas nascem de uma Canção de Marcos Antonio Grande Tenor chamada “Pedradas”, com exato Musicalidade nesse momento ele consegue falar de uma “Escada” para um delineado bem Delicado “Altar”.

Naturalmente, esboçar esse assunto requer muitas experiências como Filho mais velho de uma pequena Família, e também como um Docente Literário para ajudar e compreender a vida de seus alunos muitos seus irmãos na Fé Cristã Reformada.

Timidamente, posso também relacionar com Jonas no seu capítulo 4, muito delicado e ao mesmo tempo um Bom Egoísta nesse entalhe Interpretativo, que requer um certo cuidado para compreender o texto em Língua Original.

Assim, Eugene Petterson escreveu um livro chamado “A Planta Invisível” para isso interpretar adequadamente o livro, mas Tim Keller foi mais profundo em sua análise ‘Deus Pródigo’ que investiu em Interpretação Cultural, que teve ampla expansão e ampla aceitação.

Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.

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