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Por Jessé Cardoso
Assim lemos “As Mil e Uma Noites” em diversas versões, chamadas desta forma semelhantes a Bíblia, mas nesse caso prefiro a de Galland que é mais próxima do texto original, certamente foi escrito em Árabe Corânico.
Inicialmente, isso já é um problema Linguístico, só no Mercado Editorial, sigo algumas preferências pessoais, sigo preferindo a versão dada por Jamal Jarouche e Carlos Heitor Cony, que são apresentadas ao aluno do E.F. II e E.M. mas me assusto com essas versões que não trazem Estórias Conhecidas, como Alladin, as Viagens de Simdbad, e isso por si só já é considerado erro.
Naturalmente, Malba Tahan compilou outras Estórias Regionais em seus livros que são comumente apresentados aos alunos do Ensino Fundamental II, com certo cuidado por diversos Docentes, isso já é uma boa polêmica.
Tahan, nesse caso vai de encontro com o textos palimpsestos “As Mil e Uma Noites” como isso realmente acontece? Ele oferece ao leitor Médio e Iniciante posturas Matemáticas para lidar com esses Contos de forma mais assertiva, e Smullyan oferece um pensamento lógico para lidar com essas Narrativas, nesse caso especifica um tipo de Leitura e possível Desleitura.
E uma linha de pensamento lógico delimita alguns detalhes especiais que fogem, Joumana Haddad uma das mais engajadas representantes da luta pela liberdade feminina no Oriente Médio, a autora conta como se transformou em uma poeta premiada, editora do principal jornal libanês, o An-Nahar, e criadora da primeira revista literária erótica do mundo árabe — a Jasad (corpo, em árabe), que aborda temas como sexo, poligamia, virgindade e casamento forçado, e lhe rendeu tanto admiração como censura e ameaças de morte.
Realmente, a escritora libanesa Joumana Haddad abre elementos constituintes da Cultura Árabe no Mundo, e questiona exatamente esses Múltiplos Valores Culturais, mas o texto em original dava margem para essas possíveis Leituras.
Portanto, Joumana Haddad adminstra os Sinais Simbólicos de uma possível Interpretação, para referir a Morte Narrativa de Sherazade segunda a mesma escritora libanesa procura Mensagens Ocultas nas “Narrativas das Mil e uma Noites” nesse quesito procura observar a linha Tênue entre o Código Original escrito em Árabe Corânico.
Realmente, demonstra alguns efeitos religiosos iniciais, registra uma linha ou várias linhas acerca dos Contos bem Fantásticos em adequação a essa Realidade adversa, onde podem ser lidos e Relidos continuadamente por muitos leitores nesse contextos e muitos outros.
Examinando em Escritos Originais, surgem Estórias bem diferentes dos textos traduzidos em nossa Língua Portuguesa, por exemplo “A Rainha das Serpentes”, a “Aventura de Buluquia” e muitas outras que experimentam o Realismo Maravilhoso em suas Narrativas.
Timidamente, se referem a Figura do Rei Salomão com novos detalhes e entalhes, mas por exemplo Joumana Haddad pega essas Estórias vinculadas ao monarca acima referido, e questiona a Questão da Poligamia em Classes Altas.
Assim, tal leitura Feminista atinge detalhes nunca vistos em Narrativas Posteriores, nesse caso Joumana Haddad pensa em vários pensamentos que advém sempre desse tipo de leitura, e levanta vários pontos de vista definidos.
Cabalmente, Joumana Haddad redefine o ponto de vista acerca do Casamento Forçado, pensando que a Sociedade Muçulmana está parada no Tempo Cronos, merece uma Luta Constante de Direitos Humanos, pelo excesso de Despotismo em Classes Altas.
Atitude tal que requer muita Coragem da Escritora nesse quesito, e assim o PEN reage apoiando a Escritora nesse sentido como uma forma de posicionamento adequado, nesse aspecto dá uma estrutura sofisticada para esta forma de Luta que deseja um apoio externo.
O ponto que chama certa atenção e a enorme quantidade de Estórias que o texto Palimpsesto “As Mil e Uma Noites” esconde nas entrelinhas e que deseja uma Re-Interpretação como as Ondas do oceano, ou como a chegada do Dia.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.