Widgetized Section

Go to Admin » Appearance » Widgets » and move Gabfire Widget: Social into that MastheadOverlay zone

A Vulnerabilidade

Por Jessé Cardoso

Assim o escritor Arne Dahl trabalhou em seu livro, com sinceridade, como um elemento central do seu texto, para lidar com isso ele examina as noções Ocidentais ou Eurocêntricas de Vulnerabilidade e esse conceito amplia por da pandemia de Covid-19.

Virtualmente, o norueguês foi edificante em toda sua obra “O Poder da Vulnerabilidade” ainda inédito em Língua Portuguesa, para escrever esse fenomenal livro passou anos na Escuta Ativa, exercida mediante o trabalho de psiquiatra ao longo do tempo, a escrita foi se tornando a parte vital da Vida dele, naquele momento, viu que poderia contribuir mais.

Usualmente, ja começa a Obra dialogando com o apóstolo Paulo, dizendo que Vulnerabilidade pode ser uma linha de Fraqueza, e ao mesmo tempo uma Força escondida, e vai abrindo tópicos sobre o tema descrito com certo grau de profundidade.

Legalmente, dialoga também com o pensador Kiergaard, mostrando que a Vulnerabilidade é uma demonstração de Alegria em frente ao Sofrimento, ele menciona Jó como exemplo de Alegria, mediante as adversidades que vieram depois e ao longo da sua Vida.

E seguindo a lógica de apontar as pessoas com Alegria, sofrendo perdas e lutos, procura dar algumas respostas responsáveis, e lamenta que algumas pessoas podem ao longo do tempo podem usar sua vulnerabilidade contra os outros.

Realmente, usa o modelo de Caim apontando como as pessoas podem fazer péssimo uso de sua Vulnerabilidade, argumentando ainda uma possível Desleitura do Conceito em si, em dados contextos, segundo o escritor.

Assim, abre diálogo com o falecido Harold Bloom, por causa da possibilidade de Desleitura para contextualizar o prezado leitor, nesse ponto expõe os perigos de entender errado o Conceito da Vulnerabilidade e passar para outros de forma incoerente.

Bem, levanta os aspectos de uma Leitura Escorregadia e aos poucos Perigosa, para o leitor mesmo inseguro diante das posturas sugeridas por Arne Dahl, lidar com essa realidade em vários contextos como psiquiatra.

Infelizmente, foi o mecanismo para tais diálogos é algo espantoso pois ele pensa como um profissional da Saúde Mental, cada diálogo ele persegue algumas pistas para favorecer esse diálogo em aspectos relevantes para seu assunto.

Legalmente, ele sugeri um posicionamento novo mediante cada diálogo conforme dissemos acima devem procurar diálogos que dar algumas direções novas e ousadas, abre com certa profundidade para conduzir a Mente em claras direções.

Inicialmente, essa linhas com os Diálogos são construtos de uma Nova Realidade, Arne Dahl suscita aspectos da Saúde Mental pode ser cuidados como expõe em seu livro aqui muito trabalhado, em certo momento consegue bem avançar como era esperado.

Diante da tal escrita, Arne Dahl amplia concepções para lidar com assuntos como Ansiedade e Depressão, começa dialogando com Teologia e a Filosofia, e termina com a Literatura, ele é profundo procurando dialogar com Literatura Árabe, em especial com a escritora Nádia Najar, em sua “Tocha de Luz”, pois sem luz alguma, pode avançar com a Ansiedade e Depressão.

Assim, dialoga com Mohammed Samir Nada, em sua obra “Oração da Ansiedade” em suas considerações psiquiátricas em favor da Ansiedade, que são muito relevantes, prezado leitor nessa dimensão do Cérebro Humano.

Durante a mesma Escrita, nasce novas e particulares percepções e considerações que sejam amplificadas para que possa percorrer com os Diálogos sejam possíveis, para dados contextos como ampliar com o escritor Mohammed Samir Nada, em especial a sua devida Oração, não é um romance, o livro assume a posição de Relato de Ansiedade, durante a Primavera Árabe na praça Tahrir em 2011.

E para Arne Dahl, comunica como o relato de Vivências como algo particular e ao mesmo tempo sendo público porque que foi vivenciado por milhares de pessoas naquele momento.

Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *