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Por Jessé Cardoso
Ao longo do tempo nasce as perguntas e dúvidas sobre o autor dessas linhas ser cristão entre os alunos, muitos se identificam, outros se afastam, mas respeito a Laicidade do local, priorizo meu trabalho com eles ali.
Bem, eu uso a Bíblia quando quero falar de Figuras de Linguagem, e quando vou falar de poesia Portuguesa e Brasileira, mostro para os alunos a riqueza da Tradição Literária Brasileira e Portuguesa e possíveis relacionamentos com o Cinema, Bíblia e outros Escritores usando a linha Semiótica de Umberto Eco nesse caso.
Ironizar aqui uma situação cômica até certo ponto, estava ensinando Metáfora numa 1 série do E.M. em 2023, e referi em exemplo um texto de Lamentações, para explicar esse conceito, e um aluno “dito” evangélico não entendeu o conceito e foi motivo de riso entre eles, para mim, ri por fora, e chorei por dentro naquele momento.
Basicamente, mexer nesse vespeiro indica ter uma qualificação mental para lidar com isso, requer algumas coisas em Jogo, por exemplo Temer a Deus, Conhecer o Texto em Originais, e Compreender a Realidade do aluno referido.
Legalmente, pensar no Contexto da Escrita Sagrada, pensar em vários elementos para esclarecer a dinâmica da Metáfora para os alunos, que são normais em todo lugar em especial Fundação Casa e aldeias Indígenas, tendo as mesmas dificuldades de aprendizagem e as mesmas Habilidades e Competências.
Inicialmente, gasto tempo corrigindo alunos, reclamo a ausência de leitura de outros no final da Aula, procuro ser bem didático com eles, elogio quando podem serem elogiados, corrijo quando precisam serem corrigidos nada foge da minha supervisão, levo e chamo Superiores quando não dou conta, para dar uma ‘Prensa’ em determinadas turmas.
Agora retornando a Bíblia, preciso entender basicamente o Contexto daquela Escrita, fundamentalmente estudar a Biografia do Escritor, e outros detalhes mais pessoais e pedir Orientação de Deus naquilo que pretendo fazer.
E quando comecei a lecionar para o Estado, comecei com o E.M. onde é mais tranquilo segundo essa experiência me forneceu bastante material para ser lido e contemplado com muita Sabedoria e Juízo Isonômico de acordo com Platão.
Assim com correr dos anos fui ficando criativo, em distinguir dois filósofos bem específicos em suas posturas com as massas, Aristóteles e Platão adequar esses dois no Ensino de Literatura Brasileira e Portuguesa realmente é um desafio, mais é preciso de forma bem cuidadosa e ao mesmo tempo melindrosa.
Ensinar Literatura demanda certo grau de leituras particulares bem qualificadas, nesse sigo Umberto Eco e Tzvetan Todorov, nas linhas de pensamento prioritárias,estabelecendo limites entre a Poesia e a Prosa, pois quando leio vislumbro a Visão Crítica dos Escritores, e não a Obra em si, sempre continua sendo um desafio interpretar uma Obra sem a ler, mas isso obedece uma disciplina que aprendi na Faculdade e ao mesmo tempo na Igreja, se quiser olhar claramente suba o monte.
Naturalmente, o leitor inicial deve se perguntar, Aonde estou indo com esssa Leitura?De forma que texto normalmentre te ofereça alguma Tocha de Luz, imagine uma situação de densa Escuridão, e precise acender uma Tocha de Luz para estabelecer meios para conhecer a visão completa do mesmo texto será um longo desafio.
Sinceramente, requer um cuidado Semântico adequado para não errar a devida Contextualização e a Interpretação devida, pessoas que ouço com certa frequências dizem obedeça o Contexto de Texto Sagrado , e não faça isso com os profanos.
Inicialmente, siga a Regra do Açougueiro com os Textos Profanos, corte em partes diferentes para ajudar sua compreensão, prezado leitor para ler com certa eficácia e eficiência, mas aí reside o problema da Boa Interpretação, aí recorro Gadamer com sua Hermenêutica Profana em “Verdade e Método” para variar um pouco.
Naturalmente, preciso drenar esse esforço pessoal para melhor estabelecer uma linha de compreensão para adquirir quilates para Boa Interpretação nisso recorro a um teólogo constante em minhas colunas, sempre o querido Bonhoeffer segundo ele mesmo:” A vida segue uma Melodia adequada para ajudar nas lutas e Vitórias Efusivas, pois o Maravilhoso Cristo aponta para sua sublime Ressurreição”.
O exame cuidadoso do camarada alemão foi bem delicado em alguns detalhes expressos para expandir sua leitura, convido a pesquisar sobre ele e estudar sua vida, prezado leitor, pois ele não errou em suas reflexões, sendo um Ouriço em meio das raposas e serpentes.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.