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Por Jessé Cardoso
O crítico Roland Barthes levantou uma polêmica ao referir Sacerdotes como detentores de um Conhecimento Especializado em seu livro “Crítica e Verdade”, e os feiticeiros como usurpadores do mesmo Conhecimento para fins duvidosos.
Simbolicamente, essa sinalização expõe como Escribas e Escreventes, ao dar essa definição ele suscita um problema de Semântica, em especial para um conflito antigo entre essas duas classes segundo James Frazer em “Ramo Dourado”.
Sacerdotes do Mundo Antigo detinham certos privilégios, em especial a Escrita, associando essa classe a classe Média Alta, por alguma razão , os feiticeiros são pobres e marginalizados conforme “O Poder do Mito” como livro.
Assim, pode ser encarado como um conflito de Classes entre os Feiticeiros e Sacerdotes, no Antigo Israel isso realmente aconteceu, mediante uma questão sombria pouco explorada, os feiticeiros queriam honra e lugar como sacerdotes.
Cabalmente, Shakespeare complicou em sua peça teatral Hamlet, recorrendo as Moiras para simbolizar as Três Bruxas numa livre associação interpretativa, numa dimensão nova para entender a dinâmica de sua escrita, laborando em possibilidades interpretativas.
E quando lemos Shakespeare, o dramaturgo conseguiu dinamizar essa relação contudo esse caminho, para essa conversa Shakespeare para lidar com esse em especial, Miguel de Cervantes também mexe com esse assunto com certo cuidado.
Realmente, Miguel de Cervantes escreveu Dom Quixote nessa linha interpretativa, mexe com Loucura e mas Magia como elemento Surpresa, chamado Sonho baseado em suas experiências.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.