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O Professor e a Lembrança

Por Jessé Cardoso

Os docentes no Mundo Antigo, se reservavam acerca da lembrança como deveria ser os escritos antigos, e eram pessoas bem honradas, moravam em casas de fino acabamento, segundo Isaac Sicsú, referia-se ao antigo Templo de Salomão ou ao Novo e pequeno Templo feito por Zorobabel e Jesua.

Portanto, é uma análise histórica e teológica bem fria e sombria, eu não queria ver Salomão e seus 48 Gênios, ou Djins no deserto bem amarelo e montanhoso do Sinai, ou no deserto também amarelo e montanhoso de John Wick, ou na Floresta Verde de Pig.

Realmente, os desertos no mundo sempre assustam, basta lembrar de Jesus em seu silêncio e o barulhento Diabo, Marco Polo cruzando o deserto de Gobi, a Casa Iluminada dos Assassinos fazem parte da paisagem, tudo simples miragem ou alucinação para quem nunca foi ao Deserto antes.

O ambiente completamente, solitário e frio desse deserto emite sons e muitos ruídos estranhos de muitos animais se movimentando é um mau agouro, para compreender um certo sujeito ou velho Kohelét ou Jovem John Wick todos gostam e carecem deste lugar como uma ponte de acesso a outro lugar bem importante Céus para uns, e o Inferno para outros, para outros ainda o Amor Eros, sem Thanatos por perto.

Finalmente, tudo começa com Shilomo ou Salomão, o texto sagrado reforça a ideia que recebeu a visita inesperada da Rainha de Sabá, o Filme 3.000 anos de História reforça a ideia complexa que Salomão foi até Sheba tocar como seu pai Davi, mas nada fundamenta tal expedição em documentos legítimos da mesma época, quer históricos ou arqueológicos, e sim o Alcorão dá uma boa sustentação a esta visita somente.

E afirmação acima mencionada, garante tal resposta ao filme referido como base simbólica somente, e nada a mais; como era andarilho Marco Polo, compreendia o mundo com as ricas descrições, que surgiam para Kublai Khan, o bom latino sabia jogar belo xadrez, para desenhar o Império Mongol, em suas juvenis descrições.

Simpatias militares ao lado, Marco Polo era um embaixador e um viajante, sem filhos ou uma namorada mongol, ou chinesa como Camões tinha em seu Os Lusíadas, surge sempre uma possível teoria da Conspiração na boa interpretação também, enquanto Camões era caolho e usava Armadura, mas Marco Polo andava com o cabelo tigelinha, e com uma possível Caso Mongol, e conhecia bons assassinos de aluguel e usava haxixe.

E como ter base informativa para uma boa Teoria da Conspiração, uma possível Teoria sem a Darwiniana Conspiração, bem pra mim isso cheira Motim, Rebelião, mais grave uma Desobediência Consciente, lembre-se de Salomão beleza para vários Altos e Baixos, inclusive na vida moral, espiritual e política um bom estadista deve ler Neemias e um excelente professor Tanto universitário, quanto secundário deve ler Deuteronômio para melhorar seu trabalho em Sala de Aula.

Assim, nasce uma formação continuada, e evoca certa quantidade de informação conquistada ou adquirida, sempre lemos os Contos das Mil e Uma Noites, mas nunca entendemos legalmente bem Xerazade e sua irmã Dinazade.

Lembrar de uma versão que li no Ensino Médio , eu acredito ser versão Galland a original, não a escrita por escritores brasileiros de Alto Calibre, mas comecei com um bom leitor lendo Kalil Gilbram e Smullyan e outros que reinterpretavam através da lógica matemática e lógica química.

Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.

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