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Por Jessé Cardoso
Os docentes são as pessoas em geral, bem reservadas somente em nossa nação que é assim, em outras nações, a docência ganha diferentes proporções, as nações estáveis economicamente, tratam os professores como duques, em nações pobres ao redor do Globo, sugere um bom diálogo entre Cinema e a Carreira Docente, e novos posicionamentos das autoridades com relação a Educação.
Finalmente, não faltam filmes sobre os docentes em países ricos e pobres, desde a Onda até o Druk, passando pela Índia, com seu Sajini Shinde Viral Vídeo e outros sobre a docência em Bollywood, Tollywood, Kollywood, Sandalwood, isso assusta Hollywood que explorou esse filão inicialmente em Cartaz, com seus Escritores da Liberdade.
Ironicamente, mas Thomas Vinterberg extrapola esses limites com seu Grupo Dogma 95, em Druk, ele elogia de forma sarcástica cada professor que fez parte de sua vida, ou da sua ilustre família, com dois filmes questionadores do trabalho docente, a Caça, e o Druk, ele é capaz de formular teses sobre a Docência usando os Teóricos da Filosofia e da Psicologia.
Legalmente, ele argumenta usando Peter Handke ou Vladimir Sorokin, como fonte de inspiração, sem gastar bons argumentos, ele usa os pensamentos matemáticos multipolares globalistas, sem formular boas encrencas ou os pensamentos frustrados de um cineasta em boa ascensão.
Mas, tudo surge de nada existencial, como pensamento hipnótico de um bom filme, ler esses dois autores, é um exercício de inflexão para um bom cineasta, talvez Thomas Vinterberg bebeu propositalmente essas fontes para falar da Docência, tanto Sorokin quanto Handke começaram como Docentes Desafortunados, e isso nunca foi explorado no Terceiro Ano do Ensino Médio no Brasil.
E porquê levanto essa bandeira, pois todos professores de Línguas no país são obrigados a seguir um Tal Currículo dados por muitos Secretários de Educação Estatais, que nunca sairam de um gabinete como demagogogos, e impedem a classe Docente em nosso país de Florescer e dar preciosos Frutos com seu trabalho.
E tenho uma visão um tanto pessimista quanto aos políticos em Brasília, que um bando de 500 ratos cinzentos querendo uma boa fatia de”Alimentos” , da população em geral, em especial de professores de Todas Disciplinas que defendam um sistema cheio de furos como queijo suíço.
Assim, docentes ficam impedidos de crescer ou estudar com bom auxílio financeiro ou apoio logístico da Federação Política, em outros países, docentes não podem assumir sem um bom Mestrado ou Doutorado, e aí vai o Complexo de Vira Lata que marca o docente brasileiro, docentes que falam em HTPCS são perseguidos, por uma gestão sem uma formação adequada isso soa ofensivo.
Cabalmente ler ou se informar, em nossas reuniões semanais, vira sinal de perseguição por parte de uma Gestão Nicolas Maduro, que de tão ruim estraga o Corpo Docente de várias escolas, de uma só vez, voltando ao Thomas Vinterberg e seus dois escritores tutelares.
Assim, senhor Sorokin ou senhor Handke merecem prestigiosa atenção por serem colegas de profissão inicialmente, Thomas Vinterberg capricha em sua análise bem sarcástica da carreira Docente, assusta usando Hitler como um sério beberrão isso vigora nas aulas de História, mas poderia ser Belsazar, Nabonido, e Nabucodonosor II.
Raramente, usando a bebida alcoólica como mote de seu filme, Thomas Vinterberg, relembra os tempos da sua adolescência na Dinamarca ou na Islândia, como um aluno rebelde durante o Ensino Médio, isso é uma distopia possível, ou uma Caricatura do Ensino Médio em seu país.
Realmente, meus colegas Matheus, Adriano e Ana Carla +Marcelo tenham um ponto de vista bem diferente sobre o assunto aqui levantado, eu não ligo como docente bem ilustrado, a opinião alheia sou vacinado contra isso generosamente, prefiro levantar assuntos bem Melancólicos segundo uma colega de profissão.
E cada docente desenha seu plano de aula semanal, anual, como queira, lendo Sorkin ou Handke tive a noção que o problema todo estava em mim, e não no Corpo Docente de uma Escola Criativa sem Piaget, nem Vigostsky para assombrar minha formação inicial bem capital.
Ironias Shakesperianas á parte, Handke é mais sério que Sorokin, para lidar com a temática Docente ou Docência sem inocência, a Docência na Áustria, ou Rússia, enquanto nesses países, o aluno do Ensino Médio le Romances colossais em 5 idiomas, os nossos le a Poesia, pois não exige uma sofisticada interpretação.
Realmente, Handke trabalha com elementos mais fortes como Teatro do Absurdo seguindo as trilhas deixadas por Beckett, com doses homeopáticas de Kafka ou David Foster Wallace enquanto lemos Torto Arado de Itamar Vieira Júnior como nosso Best-Seller, as crianças la fora leem Sorokin e Handke com certa regularidade e oficialidade.
A virtude de Handke reside em seu Teatro do Absurdo com doses simpáticas de Kafka, as crianças russas leem com regularidade Sorokin e Dostoevsky com mais regularidade em Inglês, Francês, Russo, Chinês e Alemão, um Nobel de Literatura, outro merecedor desse mesmo Nobel de Literatura segundo o Banco de Apostas no Reino Unido, são claras observações com simplicidade e sinceridade.
Jessé Cardoso, Jornal Choraminhices.