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Por Izabella Coutinho
A história se inicia com o pequeno príncipe no deserto de Oz, pois sua nave caiu por lá, quebrada e em pedaços foi buscar ajuda e acabou encontrando Mary
– Olá, você pode me ajudar?- diz o pequeno príncipe.
– Depende, o que quer? – respondeu Mary
– Acabei de sair de um deserto, minha nave quebrou e não tenho onde ficar.
– Nave?, como assim, VOCÊ TEM UMA NAVE!!- indagou Mary sem saber se acredita ou não.
-Sim, vocês não?
– Okay você claramente precisa de ajuda, venha comigo – replicou Mary com uma cara confusa, e curiosa ao mesmo tempo.
Mary levou o pequeno príncipe para dar uma volta à cidade, e viu que ele realmente parecia não ser de Oz, ele parecia confuso e assustado com as coisas que via, como se nunca tivesse pisado lá. Mary sem saber muito o que fazer parou e sentou em um banco para conversar com ele.
-Diga-me tudo, como você veio parar aqui?
-Eu não me lembro muito bem, lembro apenas que acordei com minha nave em pane e caindo, quando pousou, vi que estava aqui e sai para pedir ajuda.
-Então você está me dizendo que veio de fora, não sabe como veio parar aqui, e nunca pisou em Oz?
– Sim
-Okay vou ver o que consigo fazer por você.
Mary levou o pequeno príncipe para casa de Colin, já que era o único lugar que poderia levá-lo. Assim que chegou lá, todos os empregados ficaram se perguntando, “ quem é esse?”, mas nenhum se atreveu a ir perguntar a Mary ou a ele. A caminho do quarto de Colin, Mary pediu para o pequeno príncipe esperar fora do quarto, pois queria conversar a sós com Colin primeiro e explicou que ele é o dono da casa. Mary entra no quarto.
-Colin, você não acredita com quem me deparei esta tarde.
Colin olha com uma cara curiosa
-Bom, é difícil de explicar, pois até eu mesma estou confusa até agora, mas encontrei um menino que diz que veio parar em Oz sem querer pois sua “nave” quebrou e aterrissou no nosso deserto. Disse também que não se lembra de como veio parar aqui.
Colin ri da situação, e acha que Mary está a brincar com ele.
-Você está falando sério? – disse Colin sem acreditar.
Mary olha seriamente para ele e diz.
– Sim, acredite e sabe o por quê – diz Mary, séria
-Ele está aqui!
Colin seriamente para de rir e começa a levar a situação a sério.
-Como traz uma pessoa para cá que não sabes de onde vem – diz ele calmo mas ao mesmo tempo com um tom irritado.
– Ele parece realmente perdido, e confuso por estar aqui, quis ajudar ele não tinha para onde ir estava perdido – fala Mary.
Enquanto isso, o pequeno príncipe estava fora do quarto esperando Mary sair, avistou um dos empregados passando com uma bandeja de doces ao lado. O Pequeno príncipe faminto, desde então, segue o cheiro que exalava da bandeja o levando para cozinha, ele com muita fome acaba roubando alguns docinhos. Quando se deparou tinha se perdido na casa de 100 quartos.
– Não, aonde estou – falou o pequeno príncipe tentando voltar para o quarto onde Mary e Colin estavam.
Enquanto isso, Mary e Colin estavam conversando sobre a estadia dele na casa.
– Não, não podemos abrigar uma pessoa de que não sabemos nada dela – disse Colin.
– Mas será temporariamente, só até ele conseguir um outro lugar para ficar, e quem sabe ajudamos ele a voltar para sua casa.
Mary fez de tudo para convencer colin a deixar o pequeno príncipe ficar, pois além de estar curiosa sobre sua história queria o ajudar
– Por favor colin, vamos apenas abrigar ele por alguns dias
-Okay, Marry, mas só por alguns dias – diz Colin não querendo aceitar a situação mas não podia negar, estava um pouco curioso também
Logo após Mary e Colin saem do quarto mas não avistam o pequeno príncipe, ele não estava no lugar onde Mary tinha o deixado.
-Onde será que ele se meteu, eu o falei para esperar aqui – diz Mary saindo o procurando, e Colin foi atrás. A casa sendo enorme com seus 100 quartos
Mary e Colin se separaram para procurar. Colin em suas cadeiras de rodas acaba se deparando com um menino, nos fundos da cozinha comendo doces intensamente. Nunca tinha visto aquele menino, e se deu conta que era o garoto do qual Mary estava falando.
-Olá, posso ajudar – diz Colin entrando na cozinha
-Ola, é…, bem, me perdi de uma garota chamada Mary a conhece? – diz o pequeno príncipe levantando-se do chão onde estava e recolhendo os doces.
-Sim, sim a conheço minha amiga por sinal – replicou Colin
-Nossa, bom quem seria você?
– Sou Colin, dono da casa onde se encontra.
Pequeno príncipe se espanta e logo pensou que ele seria a pessoa de que Mary estava falando no quarto.
-Muito prazer Colin, sou o pequeno príncipe, peço desculpas pela bagunça e o jeito que nos conhecemos, e peço que deixe-me ficar por apenas alguns dias, e irei ser muito grato.
-Quer comer algo vejo que está com muita fome e esses doces não vão suprir ela.- Falou Colin com ar de aceitação ao que o pequeno príncipe pediu.
Sendo assim logo após Mary entrou na cozinha, aliviada que os dois haviam se dado bem, e satisfeita com a aceitação de Colin.
Capítulo 2 – O aviador
Dias se passaram na casa de Colin e o pequeno príncipe não conseguia se lembrar de absolutamente nada.
Dickon após longos dias de férias voltou ao seus serviços na casa de colin, o próprio era o jardineiro de lá, trabalhava a tempos na casa.
Dickon entrou na casa em direção a cozinha e deparou-se com Mary e o pequeno príncipe tomando café no balcão.
-Oras, quem é esse rapaz Mary?- diz Dickon confuso.
-Devo lhe apresentar. O Pequeno Príncipe irá ficar temporariamente aqui.
Dickon não fez muitas perguntas, apenas apresentou-se ao pequeno príncipe e foi ao seu trabalho.
Mas tarde perto do horário da janta, Dickon abordou Mary para falar algo sobre o príncipe.
-Mary durante minhas férias, um cara me abordou na rua, alias ele estava abordando a todos que via atrás de um menino, ele o descreve literalmente como o pequeno príncipe, e me parecia realmente preocupado e furioso atrás dele.
-Está falando sério Dickon? – diz Mary confusa
-Sim, sério.
-Qual era o nome dele?
– Era um nome estranho…bom acho que era Aviador.
-Será que o pequeno príncipe está fugindo dele…? ou o pequeno príncipe pode ser um ladrão… – Diz ela nervosa.
-Acalme-se, Mary, não vamos tirar conclusões a toa. Não deve ser ele, e se for, não vamos nos precipitar.Vamos esperar pra ver se ele lembra de algo e até mesmo nos revela o que aconteceu.- Dickon diz.
Logo após, foram jantar e acabaram tendo uma ótima noite, riram, compartilharam histórias, mas nada do pequeno príncipe lembrar de algo, pois Mary e Dickon tentaram com algumas palavras tirar informações dele, mas nada de novo foi dito.
Na manhã seguinte, durante o dia, todos da casa continuaram com sua rotina normal, o príncipe sem muito o que fazer foi dar uma volta na cidade, quando ele por acaso encontra o aviador e sente uma sensação. Não sabia muito o que era, mas sabia que o conhecia de algum lugar, portanto o aviador também o abordou, pois sim, era o pequeno príncipe quem procurava e Dickon não tinha se enganado
-Com licença, meu rapaz, se lembra de mim? – diz o aviador
-Tenho a sensação que sim, mas não me recordo.
-Bom, vou tentar te explicar. Eu sou o aviador, sou seu amigo da nossa terra natal, a lua. O que ocorreu foi o seguinte: nosso planeta foi invadido por bruxas na qual estavam querendo dominá-lo, com todos e tudo em pane. Cada um foi pegando as suas naves, inclusive a gente. Sim, nós fugimos juntos, cada um em sua nave, mas uma das bruxas acabou te alcançando e acredito que tenha vindo parar aqui, pelo feitiço que lançaram em você. Todos em nosso planeta estavam à sua procura, pois além de você, várias outras pessoas foram desaparecendo tentando voltar para a nossa terra, tive sorte de te encontrar.
– Bom, realmente me lembro de acordar e minha nave estar entrando em pane, mas não me lembro de algo a mais, tenho a sensação que posso confiar em você – após isso o pequeno príncipe tem pequenos flashbacks e se lembra de poucas coisas.
Após o encontro, o pequeno príncipe leva o aviador para casa de Colin e explica tudo a Colin, Dickon e Mary
Agradeço a tudo que me fizeram por terem confiado em mim, e me acolhido. Mary principalmente agradeço de coração.
Em seguida, o príncipe e o aviador vão embora, e tudo volta ao normal em Oz, Mary Colin e Dickon ficaram, portanto, surpresos pelo ocorrido, mas irão se lembrar para sempre do pequeno príncipe.