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Uma longa Colonização

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Por Jessé Salvino Cardoso.

Usualmente nessa série de colunas irei refletir atentamente acerca da colonização da Oceania ou Novíssimo Mundo nome concedido pelo colonizadores a esse continente, em termos gerais falamos já dos nativos , agora convêm falar com atenção devida dos colonizadores e seus duros desdobramentos, pois o processo de colonizar pode ser no mínimo compreendido em dois aspectos bem sólidos: o primeiro explica a ideia de exploração no sentido clássico que os estudantes e professores conhecem muito bem, onde a metrópole retira tudo das colônias de forma bem explícita e direta.O segundo traduz a ideia de povoação, onde as riquezas não são tiradas e apenas os colonos vem dar sua residência e povoar a região colonizada.

Mas essa é uma definição simples do vocábulo em si mesmo, tal discurso defende com clareza necessária e objetividade , isso deve ser visto nos livros-textos de formação escolar. Exatamente esclarece em partes esse assunto ou tema de enorme profundidade que requer uma certo grau de exatidão para o prezado leitor. Usualmente a exatidão deixamos para as ciências exatas ou matemáticas.

Assim de forma natural colonizar é um processo longo e que requer certo grau de cuidado, em termos gerais a Europa quis resolver seus problemas na medida que eles surgirem em conformidade com as verdades deslocadas ao longo do caminho.

Legalmente os colonizadores devem apenas povoar o território conquistado usualmente devemos saber quem realmente descobriu o Novíssimo Mundo segundo a ótica dos colonizadores? Segundo os registros históricos foi o português Fernão Magalhães, bem isso dizem esses claros registros, mas sabemos que não coube a Portugal colonizar essas terras nem a poderosa Espanha, bem meu prezado leitor a disputa por essa colonização gastou um certo tempo.O navegador Fernão de Magalhães foi o primeiro não-nativo a aportar em terras da atual Oceania – mais especificamente nas ilhas Marianas –, em 1521. Mas o português só deu uma passada para coletar mantimentos e morreu, no mesmo ano, nas Filipinas, sem saber da descoberta – patrocinado pelo reino da Espanha, ele queria mesmo era achar um novo caminho, mais rápido, para as Índias.

O tempo não favoreceu os colonizadores, a corrida pela colonização do Novíssimo Mundo continuou por um bom tempo.A partir daí, a região foi sendo explorada por portugueses, espanhóis e holandeses, mas nenhuma das nações queria colonizar o novo continente. Até que, em 1770, o inglês James Cook tomou posse da Austrália. Dezoito anos depois, os ingleses enviaram 1,5 mil pessoas – metade delas de criminosos – para abrir uma colônia criminal por lá.

Geralmente produzir uma colônia penal, poderia ser uma ironia do destino em termos gerais, James Cook apenas foi cumprir uma pequena ordem real.Mas alguém pode perguntar: Por que razão o Império Britânico resolver abranger o Novíssimo Mundo? A resposta pode ser no mínimo dividida em duas partes que concorre nossa atenção no momento em especial. A primeira era necessário expandir ainda que fosse no fim do mundo. A expansão de fato era útil para poder enobrecer o Império Britânico que dominava o mundo com cetro de ferro .

A segunda ótica , a Oceania tinha se tornado um espaço para disputas de territórios para os inúmeros europeus interessados no momento nessa corrida do ouro. Imagina que essa corrida por esse território dividido em ilhas e mais ilhas, considerando os bens naturais que poderiam serem explorados por um longo tempo por força imperial, naturalmente tudo demandou esforço.

Categoricamente esse esforço imperial requer alguém que fosse firme em suas decisões , como também soubesse que correria um conjunto de riscos no suso do poder em cada momento da vida e que pudesse se entender com os nativos , essas possibilidades sinalizaram ao imperador quem deveria ser enviado a essa missão de colonizar ao Novíssimo Mundo, uma tarefa nada fácil ou simples. A escolha do imperador foi sábia, mas quem foi James Cook exatamente?

O nome suscita preocupação, James Cook foi um explorador, navegador e cartógrafo inglês tendo depois alçado a patente de O capitão na Marinha Real Britânica. Cook foi o primeiro a mapear Terra Nova antes de fazer três viagens para o Oceano Pacífico durante a qual ele conseguiu o primeiro contacto europeu com a costa leste da Austrália e o Arquipélago do Havaí, bem como a primeira circum-navegação registrada da Nova Zelândia.

Legalmente quando o marinheiro James Cook entrou na marinha mercante britânica quando era adolescente e ingressou na Marinha Real em 1755. Ele participou da Guerra dos Sete Anos, e posteriormente estudou e mapeou grande parte da entrada do Rio São Lourenço durante o cerco de Quebec. Isso permitiu que General Wolf fizesse o seu famoso ataque nas Planícies de Abraão, e ajudou a levar Cook à atenção da Almirantado Britânico e Royal Society. Esta notícia veio em um momento crucial, tanto na sua carreira pessoal e na direção das explorações ultramarinas britânicas, e levou o seu cargo em 1766 como comandante da HM Bark Endeavour para a primeira das três viagens do Pacífico.

Cook cartografou muitas áreas e registrou várias ilhas e zonas costeiras nos mapas europeus pela primeira vez. Seus resultados podem ser atribuídos a uma combinação de navegação, superior levantamento cartográfico e competências, a coragem em explorar locais perigosos para confirmar os fatos (por exemplo, a imersão no Círculo Polar Antártico repetidamente e explorar ao redor da Grande Barreira de Coral), uma capacidade de conduzir os homens em condições adversas, e ousadia, tanto em relação à medida da sua exploração e sua vontade de ultrapassar as instruções dadas a ele pelo Admiralty.

O seu livro “Colapso” (2005), o biólogo e biogeógrafo Jared Diamond (E.U.A) cita um registro feito por Cook em que o capitão descreve uma breve visita à ilha de Páscoa, em 1744. “Pequenos, magros, tímidos e miseráveis”, foi como Cook descreveu os insulares, que já enfrentavam um forte problema ambiental.Cook morreu na baía havaiana de Kealakekua em 1779, em uma luta com os nativos durante a sua terceira viagem exploratória na região do Pacífico. A casa de Cook na Inglaterra é hoje um memorial. Cook é considerado o pai da Oceania.

Naturalmente esse capitão inglês foi ousado o bastante para levar sua marinha mercante nesse propósito , essa linha de direcionamento foi exata. Sua primeira iniciativa foi buscar o contato com os nativos naquele momento, numa tentativa de desafiar os outros que disputavam território. Considerando tais fatos apresentados, o explorador não teve lá muitas escolhas , precisava cercar de aliados naquele contexto.

Inicialmente era necessários James Cook desafiar seus marinheiros ou soldados a firmar contato com os nativos. O contato era uma via de alcançar o objetivo da missão em que James Cook havia sido enviado , a proposta era desafiadora contudo ele sabia que esse posicionamento indicaria uma enorme força de vontade em prol desse possível progresso.

Zelando pela expansão imperial , o governo central decide enviar com Cook mais homens no projeto de unidade e ampliação o procedimento padrão é garantir esse território alcançado em termos gerais , e tais estruturas comovem a máquina estatal a funcionar em prol de todo o processo de colonização , bem em cada situação o império assume todas as funcionalidades de forma administrativa.

Animar os marinheiros a mais uma empresa de difícil execução , parece ser uma tarefa altamente complexa e ainda pode parecer uma simples ironia do destino em questão. Os desafios somente se multiplicavam em tamanho e dificuldades cresciam , em linhas gerais os riscos somente cresciam na medida que houve alguma outra forma , em que James Cook entendia e desafiava seus jovens grumetes e antigos marinheiros a entender política em termos gerais.

Cabalmente tudo é tema de política , bem em termos tradicionais , devemo ter as definição clara de política que na essência e governa bem uma pólis, os esforços de James Cook conformam sua vocação inicial, em termos gerais, ele saiu bem de seu ofício original como um bom navegador , de antemão provocou uma enorme diversidade. O imperador da Inglaterra sabia sucessivamente que os seus negócios de Estado iriam bem se Cook ampliasse seu território em outra direção.

A ação inicial de James Cook foi adequadamente orientada em busca de um contato com os nativos , bem eles quis evitar um combate naquele momento,usualmente tudo parecer complexo mediante conforme a ideia original fria e acerca da visão. O momento de avaliar todas possíveis variáveis que poderiam ocorrer, aqui fica um conjunto de conselhos para políticos experientes ou inexperientes e possíveis candidatos: O primeiro o político deve olhar sempre ao seu redor em busca de oportunidades de forma segura.

O segundo conselho cada situação é uma situação a ser verificada atentamente e de forma ousada , sempre alterando coisas que considera importante e de forma contínua em busca de novas soluções para os dilemas do cargo e da população, Cook em nenhum momento esqueceu da realidade em que se encontrava dos seus prezados marinheiros e dos grumetes em que ele valorizava muito naquele contexto. O último conselho o político deve saber a hora certa para sua ação ou discurso em termos gerais, nem sempre deve ouvir decisões que poderiam ser tomadas por ele em algum contexto da administração pública.

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One Response to Uma longa Colonização

  1. Sergio

    31/05/2018 at 21:34

    Muito interessante este relato sobre o capitão Cook. Não conhecia

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