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As Relações Maternas

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Por Jessé Salvino Cardoso.

Assim dando uma certa continuidade ao longo fio biográfico do caçador Esaú e sua polifônica vida , nesta quinta coluna acerca do vilão bíblico Esaú. Bem irei falar exatamente acerca da relação materna e nada mais.

Simbolicamente o caçador e sua mãe eventualmente conversavam, quando conversavam com um falar truncado e complicado que cada vez adensava uma ideia perigosa ou arriscada.

Realmente com um quadro funesto era necessário prever o futuro com muitos detalhes que de fato eram ricos e precisos.Esse quadro de certo modo desenhava com autoridade as questões ligadas ao futuro.

E Esaú construía assim seu mundo com muita frieza e com detalhes ele busca agradar os detalhes da conectividade de vida, esse olhar para os dilemas da vida.

Legalmente, as desventuras do caçador Esaú somente aconteciam em termos dessa pesarosa situação, rever os difíceis momentos da vida, em detalhes complexos.

Agora tudo parecia uma cena frustrante da vida com cores escuras de um céu nublado com muitas nuvens revoltas que poderia atrapalhar seu trabalho com a caça.

Cada gota de chuva indicava um risco iminente comprovado em diversos termos , com detalhes bem confidenciais e enorme perigo á espreita e cada caçada surgia novidades que desmontavam seu espírito

O caçador despertava do seu sono com grandes pesadelos , pois queria resolver tudo aos detalhes, mas com conversas truncadas nada pode ser resolvido isso de fato, o diálogo entre mãe e filho parecem um jogo
ou teatro de fantoches.

E as desventuras do caçador apenas começaram no entardecer da polifonia da vida , em uma espécie de apostas em que um jovem tenta encarar sua mãe em um verdadeiro combate.

Sinuosamente olhar a vida numa perspectiva pessimista o futuro de Esaú estaria fadado ao fracasso,as suas ações irresponsáveis e imaturas traduzem total ausência de seriedade por parte do caçador.

Materialmente o caçador Esaú aprendeu com as duras penas da vida construindo tudo conforme o nada e a sua presunção particular.O seu discurso na verdade ocupava com muito desvelo em observar seu fracassos, e derrotas particulares.

Agora o caçador se desfalece em construir uma imagem exata de uma polifonia da vida em todos seus detalhes de forma fria e exata, sinalizações de um possível momento de frustração.

Temerariamente a decisão anterior tomada era um retrato do tamanho risco das realidades advindas do torvelinho da polifonia da vida conectando fatos a eventos.

E seu pensar declinava em observar todas variantes possíveis de sua polifonia de vida , essa relação áspera entre mãe e filho era uma cantiga de findar um pouco frustrante para um terapeuta de família, considerando que o caçador vivia ás turras com sua mãe ao longo de um tempo.

Realmente esse caçador insensato considerava os desafios da vida é uma etapa a ser vencida com arco e uma flecha bem direcionada, digeria ele os últimos acontecimentos.

Naturalmente, tal esforço foi mínimo nos dobres da existência duvidava ele com suas claras e evidentes opiniões acerca de si mesmo e do seu velhaco irmão.

A convivência dele e irmão na verdade esclarecia a cada entardecer e os pássaros tentavam lhe avisar , mas o caçador insensato não deu ouvidos aos pássaros que por ali passavam sem nenhum interesse.

Simbolicamente esse drama da Antiguidade ainda se repete com enorme facilidade nos dias atuais , parece que as desventuras das relações entre mães e filhos que devem á princípio cordiais depois duras e pesarosas com o passar do tempo , é uma relação de fronteira.

www.choraminhices.com.br

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