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Sofrendo como bezerro

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Por José Namboretti.

boineneEu me surpreendi quando vi a vaca parindo, foi muito triste porque eu achava que a vaca deitava para deixar o nenê-vaca nascer, não foi o que aconteceu, ela pariu de pé e o bebe-vaca veio ao mundo quase do céu, depois de um esforço terrível da vaca que em pé tentou expelir o pequeno boi, despejando-o. Veio com tudo, caído da vaca, ela em pé o bezerro nasceu, caindo chão abaixo, aquilo doeu-me, coloquei as mãos ao rosto, quando as retirei ela já estava lambendo o pequeno filhote. Meu pai me explicou depois que isso é raro de acontecer, é exceção. Já faz tanto tempo que assisti esse acontecimento. Lembrei-me desse acontecido quando assisti a um jogo da Copa. Um jogador foi derrubado, jogado para o centro do campo na relva, quase a comer. Ele caiu escandalosamente e pelo que me constou devia de sentir muita dor da pancada da queda. Ele deitado de barriga para cima olhava o céu de Salvador. Chorava com a mão erguida. Parecia pedir socorro ao Salvador diante de mais de 50 mil torcedores. Gritava e gemia de dor, parecia até que ia morrer, muitos repudiaram a atitude do infrator, mas o deitado jogador coitado continuava a espernear de dor a olhar para o céu como a pedir ao Salvador que o curasse de suas dores e o desse chance para participar de mais jogos da Copa, aquele era o primeiro jogo. Mas pela gritaria e a exclamação dos médicos aquele era o fim de espetáculo para o jogador, e ali, naquele momento era incógnita, ninguém sabia se ele voltaria a participar dos demais jogos, só Deus sabia, era segredo dos céus, talvez fosse nesse momento que o jogador sem esperança de cura imediata entregou o caso ao céu de Salvador onde o Salvador tinha recebido o pedido de pronto atendimento, por hora o que se via era aquele sofrido jogador, chorando diante daquela multidão, se sentia sozinho, Deus estava como ele a lhe perguntar qual era o seu desejo, a multidão gritava freneticamente, de modo que o que o jogador dizia ninguém ouviu senão o Salvador, e certamente pediu chance para continuar a jogar. Foi então que quando assisti aquela cena me trouxe a minha infância, aquilo que presenciei nos tempos de antigamente em animais irracionais. Eu lembrava a vaca parindo, enquanto os médicos carregavam na maca o jogador que olhava o céu de Salvador, esperava do Salvador a cura imediata ainda na maca, antes da cama do hospital.

www.choraminhices.com.br

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